Ainda não assentou o pó (ou secou a lama) do Dakar desde ano, o 39º, e já os organizadores olham em frente para a 40ª edição da corrida. Em 2018 será celebrada mais uma data histórica para o mais duro rali do Mundo, e ao que tudo leva a crer, a organização pretende fazer uma edição memorável.
No resumo da prova de 2017 transmitida pelo canal televisivo Eurosport, Etienne Lavigne, o patrão da organização do Dakar deu algumas pistas sobre aquilo que poderá vir a ser a corrida do próximo ano.  Entre outros comentários, Lavigne referiu um modelo de corrida tipo Paris-Cidade do Cabo.  Ao que parece, pelos próximos tempos estará excluído o regresso a África, mas o modelo de travessia integral do continente poderá estar muito próximo de ser tornar realidade.
Sentido Sul-Norte ou Norte-Sul ainda estará por decidir, mas o plano, que ao que parece se aproxima cada vez mais a realidade deverá incluir mais dois novos países na lista de países anfitriões do Dakar, e são eles o Equador e a Colômbia. De regresso à rota poderá estar o Chile e o Peru, algo que poderá ser do agrado de muitos concorrentes, em especial aqueles que se têm manifestado algum desconforto com a configuração atual do rali.   A Argentina tem sido o país que tem sempre recebido a corrida e irá logicamente continuar.
Sobra um problema para resolver caso este projeto venha mesmo a avançar: A enorme distância para ser percorrida.  Duas semanas poderão não ser suficientes, pelo que deverão existir mais alguns dias de competição.
Isso tudo soa muito emocionante, e se implementado este plano poderá voltar a dar algum folego ao Dakar, que têm cada vez mais dificuldade em cativar participantes sobretudo Europeus, que vão preferindo cada vez mais outras paragens.
 

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