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Foi debaixo de um calor tórrido que se disputou no passado fim-de-semana a Baja do Pinhal, terceira prova do CNTT 2017, as altas temperaturas que se fizeram sentir, com os termómetros a ultrapassarem os 50 graus dentro dos carros tornaram esta prova “já de si difícil, num verdadeiro inferno e como se não bastasse, ainda apanhámos chuva na parte final o que ainda nos valeu um ou dois sustos”.
José Mendes e Álvaro Silva chegaram à prova que marca o epicentro do Campeonato vindos de uma desistência em Reguengos e queriam de uma vez por todas materializar em resultados o andamento demonstrado até então.
Depois das duas passagens pelo prólogo na sexta-feira que “correram bem apesar de um pequeno susto num dos topos do percurso”, a Dupla de Abrantes ocupava a terceira posição entre os concorrentes do Agrupamento T2,

“uma posição excelente, já que os nossos dois directos adversários partiam imediatamente à nossa frente o que nos dava hipótese de atacar até nos encostarmos a eles”.

E foi isso que fizeram, cedo chegaram ao segundo posto do Agrupamento e continuaram a imprimir um ritmo forte para tentar pressionar o Líder, mas um erro no percurso onde também caíram outros Pilotos levaram a equipa do Mitsubishi Pajero a

“perder cerca de um minuto, pois além de nos termos enganado no percurso, quando voltámos para trás apanhámos um concorrente de frente que também se tinha enganado e tivemos que manobrar para sair dali, ainda assim, passámos em CP1 a pouco mais de minuto e meio do Rui”.

José Mendes e Álvaro Silva não baixaram os braços e continuaram numa toada rápida mesmo se por vezes,

“com o calor e ainda o pó que entrava para dentro do carro principalmente nas zonas mais lentas era quase impossível respirar e manter a concentração”.

Resolvido na assistência um pequeno problema na suspensão da frente do Mitsubishi, faltavam ainda cumprir quase 137km ainda com muito calor ao que se juntou um vento muito forte e ainda chuva já na parte final do percurso. O objectivo era tentar consolidar o segundo posto e se possível colocar pressão na frente, mas “a cerca de 40km do fim, um furo obrigou-nos a parar para trocar a roda o que nos fez perder logo ali bastante tempo, resolvido esse problema foi sempre a dar o máximo até ao final pois ficámos com o segundo lugar em perigo, felizmente conseguimos mantê-lo até ao final e estamos muito contentes por isso, pois tanto nós, como os nossos parceiros e a nossa equipa já merecíamos um bom resultado.”
Com este segundo lugar, José Mendes sobe a terceiro no Campeonato a apenas 5 pontos do segundo classificado.

“Queríamos estar mais à frente, e sabemos que tínhamos andamento para isso, mas as corridas são assim mesmo e temos que aceitar as coisas como estão, no entanto vamos continuar a lutar para que no final estejamos o mais acima possível na tabela.”

Com o adiamento da Baja do Douro, há agora mais tempo para preparar a segunda metade do campeonato que volta à estrada apenas no início de Setembro com a realização da Baja de Idanha em mais uma organização da Escuderia de Castelo Branco.


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