Nuno Matos
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Sentado na bacquet. PDF 
Nuno Matos
Terça, 20 Abril 2010 21:53

logo_nuno_artigosHá já demasiado tempo que não escrevia aqui… Quase há um ano e meio, estive agora a ver. Desde lá até agora, muitas coisas aconteceram que mereceriam uma crónica. Mas, por este ou aquele motivo, não as escrevi.

O ano de 2009 foi efectivamente muito preenchido: A nível pessoal iniciei aquela que acredito que seja a mais longa e compensadora corrida da minha vida… O casamento com a, agora minha mulher, Teresa! E a nível desportivo consegui o objectivo de concretizar o projecto T2 no CPTT, que acabámos por vencer.

Este ano, e como todos sabem, estou a disputar a Taça Internacional FIA de Bajas que lideramos quando estamos precisamente a meio do campeonato.

Este fim-de-semana, e tal como prometido, regressei ao Campeonato Nacional para disputar o Ervideira Rali TT, uma prova onde quase conseguimos um resultado histórico, mas onde acabei por desistir já bem perto do fim.

A verdade é que, com o álibi da falta de tempo, por falta de inspiração ou, quiçá até, pela famosa preguiça alentejana, acabei por deixar passar todo este tempo sem escrever o “Sentado na bacquet”. Mas hoje decidi voltar à escrita, até porque preciso de “desabafar”! Assim, esta crónica será quase um desabafo, tal como a nossa prova foi quase perfeita.

 

 Como disse, regressámos este fim-de-semana às provas do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno para disputar o Rali Ervideira TT, terceira prova do calendário de 2010.  Devido às adversas condições meteorológicas, esta foi uma prova muito difícil para todas as 53 equipas que se apresentaram à partida. Para mim, foi a mais difícil que já disputei, a lembrar as carismáticas bajas de Portalegre com muita lama, água e repleta de armadilhas.

 

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Sentado na bacquet… PDF 
Nuno Matos
Terça, 09 Dezembro 2008 21:04

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Chegou ao fim a época de 2008 do CPTT, o meu segundo campeonato. O tempo passa a correr. Pode parecer um discurso um pouco piegas, mas é o que sinto de momento. É incrível como tudo aquilo de que realmente gostamos sabe tão bem, mas parece passar tão depressa. Parece que foi há dias que o meu irmão me ligou e disse: “Nuno, prepara o jipe que para a semana vais fazer Reguengos”. Foi assim que tudo começou há quase 2 anos. Eu tinha tentado no início do ano de 2007 montar um projecto que me permitisse realizar o meu maior sonho, fazer uma época inteira no CPTT, mas não consegui. Bati a muitas portas, mas o currículo que tinha com apenas algumas boas classificações na Baja Portalegre 500 era curto. Para além disso, a região de Portalegre tem um tecido empresarial fraco e os apoios não surgiram.

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Estava resignado e à espera de melhores dias, quando o meu irmão, uma semana antes da prova, me ligou para ir fazer Reguengos. Isto, porque ele tinha acabado de estabelecer um acordo de parceria entre a A.MatosCar e a Sociedade Artística Reguenguense, clube organizador do Rali TT Esporão. Nesse acordo, entre várias outras coisas, ficou previsto que eu teria condições especiais para a minha inscrição. Claro que o carro estava guardado, tal e qual tinha terminado a Baja Portalegre no ano anterior, mas estava a andar e o tempo que tivemos foi para mudar óleos e fazer uma revisão básica. Lá fomos, e conseguimos o segundo lugar entre os T8. Passado alguns dias abriram as inscrições para o Serras do Norte. Juntei algum dinheiro, e fui! Depois, veio o Transibérico e os resultados foram-me deixando cada vez mais entusiasmando: a possibilidade de discutir o título, algo que julgava impossível, fez-me fazer um esforço enorme e, praticamente só com a ajuda da Lubripor e um pequeno patrocínio da Cetelem, consegui estar à partida de todas as outras provas. Mas valeu a pena, pois conseguimos começar esta caminhada em que hoje nos encontramos.

 

 




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