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Há já demasiado tempo que não escrevia aqui… Quase há um ano e meio, estive agora a ver. Desde lá até agora, muitas coisas aconteceram que mereceriam uma crónica. Mas, por este ou aquele motivo, não as escrevi.
O ano de 2009 foi efectivamente muito preenchido: A nível pessoal iniciei aquela que acredito que seja a mais longa e compensadora corrida da minha vida… O casamento com a, agora minha mulher, Teresa! E a nível desportivo consegui o objectivo de concretizar o projecto T2 no CPTT, que acabámos por vencer.
Este ano, e como todos sabem, estou a disputar a Taça Internacional FIA de Bajas que lideramos quando estamos precisamente a meio do campeonato.
Este fim-de-semana, e tal como prometido, regressei ao Campeonato Nacional para disputar o Ervideira Rali TT, uma prova onde quase conseguimos um resultado histórico, mas onde acabei por desistir já bem perto do fim.
A verdade é que, com o álibi da falta de tempo, por falta de inspiração ou, quiçá até, pela famosa preguiça alentejana, acabei por deixar passar todo este tempo sem escrever o “Sentado na bacquet”. Mas hoje decidi voltar à escrita, até porque preciso de “desabafar”! Assim, esta crónica será quase um desabafo, tal como a nossa prova foi quase perfeita.
Como disse, regressámos este fim-de-semana às provas do Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno para disputar o Rali Ervideira TT, terceira prova do calendário de 2010. Devido às adversas condições meteorológicas, esta foi uma prova muito difícil para todas as 53 equipas que se apresentaram à partida. Para mim, foi a mais difícil que já disputei, a lembrar as carismáticas bajas de Portalegre com muita lama, água e repleta de armadilhas.

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