Ralis Internacional

M-SPORT AFTER SILVER IN ALSACE

Categoria: Ralis Internacional
Publicado em 29 setembro 2014
 
M-Sport World Rally Team’s Mikko Hirvonen and Elfyn Evans head to Rallye de France - Alsace with a clear objective – to hunt down their rivals in the battle for second place in the FIA World Rally Championship Manufacturer standings.
The British team embarks on the final pure asphalt event of the year just eight points adrift of the runner-up spot; and with both Ford Fiesta RS WRC drivers capable of a solid result on Tarmac, the team will be keen to close that gap further.
Rallye de France may host the shortest route of the year, but the compact fixture is one of the championship’s most popular events – the historic city of Strasbourg attracting huge crowds that flock to see some of the year’s most closely-fought rallying.
The event is a true rally of strategy as unpredictable weather over the Vosges Mountains puts the teams’ strategists to the test.  The teams also rely heavily on their safety crews who deliver the most up-to-date information from the stages before the crews attack the Tarmac at full speed.
Experience can make all the difference and those looking to fight for the top positions require a thorough understanding of the French asphalt – the nature of the road and the way in which the grip levels are affected in varying conditions.
One crew who certainly have the experience are Hirvonen and co-driver Jarmo Lehtinen. The pairing have contested Rallye de France on nine previous occasions – albeit five times on the picturesque island of Corsica which delivered the Finns’ first stage win in 2003.
Since relocating to Alsace, Hirvonen has contested each mainland edition with considerable success – securing back-to-back podiums in 2011 and 2012. This year, he will be looking to apply all of his knowledge and experience in pursuit of a similar result.
Rallye de France holds a lot of special memories for Evans. In 2011 the Welshman made his French debut in style – piloting a Ford Fiesta R2 to the model’s then best WRC result of 16th overall. But the best was yet to come, and in 2012 he became a World Rally Champion by winning the French round of the FIA WRC Academy along with the coveted title.
There was similar success for the Welshman on his maiden four-wheel-drive outing at the event last year. He piloted his Ford Fiesta R5 to second place in the WRC 2 category and was one of only two drivers capable of posting a fastest stage time.
Now, following an impressive world rally car debut on pure asphalt at Rallye Deutschland, Evans and co-driver Daniel Barritt will be looking to challenge some of their more experienced rivals once again.
 
Mikko Hirvonen said:

“As Tarmac events go, Rallye de France is one that I enjoy. There are always a lot of spectators out on the stages and a lot of support for all of the drivers.The biggest challenge is probably the weather. There is often a risk of rain over the mountains and the right tyre choice can make all the difference. It can be a rally of strategy and you need to ensure that you are on the right tyre for each leg of the event. Road position can also be important. If it rains then a lot of mud can get dragged onto the road; especially over the second pass. More than anything though, you need to be very precise and tidy with your driving and keep focused through all of the potential conditions.We’ve had two podium finishes here in the past and it would be great to be in the fight for a similar result next week. It won’t be easy and there will be a lot of drivers with a point to prove, but let’s see what happens. I’m definitely up for the challenge!”

 
Elfyn Evans said:

“This is an event that holds a lot of special memories for me and we’ve had a lot of good results here in the past. In 2012 it was where I won the FIA WRC Academy and last year we were second in the WRC 2 category. I’ve been really looking forward to these more familiar events and I can’t wait to attack these stages with a world rally car for the first time. Like Germany, it’s a challenging event but one that I really enjoy. The weather in the mountains can be very unpredictable and you need to have complete trust in your safety crew to get all of the latest information from the stages. A lot of mud can also get dragged onto the roads, but the organisers have done a lot to prevent this in recent years by marking the route with posts and bollards which stop the drivers taking cuts in certain places. The stages themselves are faster and more open than the ones in Germany, but the weather and the conditions can be quite similar. We had a good run last time out on asphalt, so I hope we can deliver a similar performance next week.”

 

OS DS3 WRC JOGAM EM CASA

Categoria: Ralis Internacional
Publicado em 26 setembro 2014
 
O Citroën Total Abu Dhabi World Rally Team joga em casa nesta 11ª jornada do Campeonato do Mundo de Ralis 2014. 
Os dois DS3 WRCs de Kris Meeke/Paul Nagle e Mads Østberg/Jonas Andersson irão alinhar à partida do Rali de França/Alsácia, a segunda prova integralmente em asfalto da presente temporada. 
UMA PROVA À PARTE PARA A CITROËN RACING  
Integrando o calendário do Campeonato do Mundo desde a sua criação, o Rali de França disputou-se, durante muito tempo, na Córsega. Na Ilha da Beleza, os pilotos da Citroën escreveram algumas das mais belas páginas do historial desportivo da Marca. Em 1999, Philippe Bugalski/Jean-Paul Chiaroni e Jesus Puras/Marc Marti derrotaram os tenores do WRC, alcançando uma dupla com os seus Xsara Kit-Car de duas rodas motrizes. Dois anos mais tarde, na quarta saída do Xsara WRC no Mundial, Jesus Puras e Marc Marti garantiram uma nova e marcante consagração nas estradas corsas. 
A Citroën Racing reencontrou o caminho do sucesso em 2005, iniciando uma sequência de quatro vitórias consecutivas com Sébastien Loeb e Daniel Elena, nos Xsara WRC e C4 WRC. A edição de 2005 figura nos anais do WRC por ser a única ronda na qual a equipa vencedora registou os melhores tempos em todas as classificativas! 
A mudança para a Alsácia não colocou em questão esta acumulação de louros. Sébastien Loeb e Daniel Elena ali venceram em 2010, garantindo novo título de Campeões do Mundo, num evento inesquecível. A série continuou em 2011 e 2012, com a vitória de Sébastien Ogier/Julien Ingrassia e, depois e novamente, de Sébastien Loeb/Daniel Elena. 
O RALI DE ASFALTO PREFERIDO DE MADS ØSTBERG  
Com oito pontos conquistados na Alemanha, Mads Østberg esteve perto de uma primeira subida ao pódio num rali de asfalto. Após a confiança alcançada em Trier, ele encontrará, na Alsácia, estradas que lhe são mais adequadas:

«Participei nas quatro primeiras edições deste Rali de França, prova que tem especiais muito ritmadas e muito rápidas. É a minha prova preferida nesse tipo de superfície.» 

O tempo poderá, uma vez mais, desempenhar um papel importante e o facto de haver alguma humidade não iria ser do desagrado do piloto norueguês:

«Já corremos em seco e no molhado. Confesso que gosto de condições muito escorregadias, à chuva. É interessante tentar encontrar aderência nestas estradas cobertas de lama.» 

Se a chuva aparecer, a equipa Citroën Total Abu Dhabi World Rally Team poderá beneficiar da mais recente evolução proposta pela Michelin:

«Pude testar as novas borrachas durante os testes. As evoluções dão os seus frutos, com vantagens em termos de performance em estradas molhadas e sujas. No seco, não há grandes diferenças. O objectivo é evoluir a partir do ritmo que tivemos na Alemanha, de modo a marcar muitos pontos.» 

KRIS MEEKE COM A COTAÇÃO EM ALTA 
Esta segunda metade da temporada vai de encontro às expectativas colocadas sobre Kris Meeke. Autor de melhores tempos e em luta por lugares do pódio, em terra e no asfalto, o britânico aproveita a sua experiência para se acostumar com as posições de topo.

«A tendência é positiva»,

refere.

«Sinto-me cada vez mais forte a bordo do DS3 WRC. Tento sempre dar o meu melhor. Obviamente que me comparo a outros pilotos, mas tenho como principal objectivo para fazer os meus próprios ralis. Aumentei o meu ritmo, concentrando-me sobre os objectivos que nos propusemos com a equipa.» 

Meeke apenas esteve à partida de única edição do Rali de França-Alsácia, em 2011:

«Gosto do tipo de troços, mas adquiri a minha experiência nas muitas sessões de testes que realizámos na região. Para as especiais de 2014 terei que começar com um caderno de notas em branco, algo que com o Paul [Nagle] começa a ser habitual!» 

«Há três ou quatro ralis que disputamos os lugares da frente. Há que continuar, cada vez mais, nessa mistura, na batalha pelos lugares da frente. Sei que somos capazes de chegar ao pódio, pelo que cabe-nos fazer por isso até à chegada do rali,»

acrescenta. 
 
UM SPRINT DE 300 KM CRONOMETRADOS 
Nenhuma outra prova do calendário de 2014 propõe um percurso tão concentrado como o Rali de França-Alsácia. Os concorrentes terão pela frente 303 km cronometrados, uma distância inferior à de um Grande Prémio de F1.  
O shakedown mantém-se na cidade, no quarteirão de Hautepierre, em Estrasburgo. Do programa constam uma sessão de autógrafos e uma cerimónia de abertura, marcadas para depois do meio-dia de 5ª Feira, antes de as viaturas entrarem no Zénith de Estrasburgo.  
Na 6ª Feira de manhã as equipas partem tomando a direcção sudeste para uma ronda de três especiais, que se repetem depois de uma passagem pela assistência. O troço de Col de la Charbonnière (11,11 km, às 08h44 e 14h30) será inédito nos seus primeiros sete quilómetros. Segue-se-lhe Vosges–Pays d’Ormont (34,34 km, às 
09h35 e 14h54), previsto como uma espécie de mediador nesta primeira etapa. A secção termina com o troço de Pays de Salm (9,59 km, às 10h24 e 15h43) numa configuração muito idêntica à usada nas edições de 2010 e 2011. O dia terminará com uma passagem pela SuperEspecial de Estrasburgo (4,67 km, às 20h00) antes de um regresso ao parque de assistências a partir das 20h40.  
No Sábado, os concorrentes deixam o parque fechado às 06h30 para duas passagens por três classificativas, desenhadas em redor de Colmar: Vallée de Munster (18,90 km, às 08h30 e 12h28), Soultzeren-Le Grand Hohnack (19,93 km, às 9h12 e 13h10) e o novo Pays Welche-Riquewihr (21,49 km, às 09h46 e 13h44). Uma nova SuperEspecial, desta vez o troço de Mulhouse (4,86 km, às 18h00), fechará a etapa antes do regresso a Estrasburgo, a partir das 20h20.  
O último dia corre-se em redor de Saverne, no Baixo Reno. Dois troços a cumprir por duas vezes fazem parte do programa, com Forêt de la Petite Pierre (12,33 km, às 07h30 e 10h34), ao nascer do sol na primeira passagem, e depois Forêt de Saverne (19,36 km, às 08h18 e 12h00), sendo que a segunda volta por este último servirá de Power Stage. A chegada está marcada para Estrasburgo a partir das 15h00. 
Nota: horas locais, mais 1 hora do que em Portugal 
 
Press: Citroen
 

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